Foto de Música
Foto de The Town 2025
Eles estão de volta, ok? Na última sexta-feira, o The Town viveu um momento que entrou para sua história. Os Backstreet Boys retornaram ao país e desembarcaram na Cidade da Música para um show em que a energia não caiu em nenhum instante. Com vocais afinados, coreografias, efeitos pirotécnicos e visuais marcantes, a banda fez o público vibrar e deixou 75 mil pessoas hipnotizadas do início ao fim da performance. Desde cedo, os fãs chegaram ao festival para mais um dia de experiências inesquecíveis, que foi marcado por uma viagem no tempo em clima de nostalgia dos anos 90 e 2000.
Data de postsagem: 18/09/2025 - 22:09
Postado por João Pedro
Além da performance arrebatadora dos Backstreet Boys, o Skyline recebeu Jason Derulo, CeeLo Green e Jota Quest. No The One, Luísa Sonza brilhou como headliner, enquanto a São Paulo Square teve como grande destaque a banda Snarky Puppy. Já no Quebrada, quem fechou a noite foi Kayblack, e no Factory, TZ da Coronel. Para encerrar o terceiro dia de The Town em grande estilo, a The Tower Experience ainda trouxe o maior after de todos os tempos com o set eletrizante de Dubdogz.
A enfermeira Eslaine Barbosa, de 36 anos, moradora de São Paulo, decidiu encarar a experiência do The Town sozinha e garante que não poderia ter feito escolha melhor. Em sua primeira vez no festival, ela conta que está encantada com a atmosfera do evento e com a energia do público. Veio especialmente para assistir aos shows do Jota Quest e dos Backstreet Boys, numa viagem afetiva que a fez relembrar a adolescência. Entre os momentos que mais a marcaram está o espetáculo aéreo “The Flight”, que ela descreve como “sensacional e emocionante”, algo que ficará guardado como lembrança única. Para Eslaine, cada detalhe do festival é uma oportunidade de colecionar memórias e viver momentos incríveis!
Palco Skyline recebeu shows de Backstreet Boys, Jason Derulo, Ceelo Green e Jota Quest
Nesta sexta-feira, o Skyline foi tomado por um clima nostálgico. Os Backstreet Boys foram os headliners da noite e transformaram a Cidade da Música em um verdadeiro coral de 75 mil de vozes. Com direito a cenografia grandiosa, coreografias icônicas e hits geracionais como “I Want It That Way”, “Everybody” e “As Long As You Love Me”, o grupo norte-americano fez um espetáculo carregado de emoção e transportou os fãs para os anos 1990 e 2000. Foi um dos momentos mais aguardados desta edição, mostrando a força atemporal da boyband e a paixão intensa dos fãs por Nick Carter, Howie Dorough, AJ McLean, Brian Littrell e Kevin Richardson. A banda celebrou os 25 anos do álbum Milennium e recebeu uma cópia do disco no palco.
Antes, Jason Derulo incendiou o palco com uma mistura contagiante de pop e R&B, com coreografias que deram ainda mais ritmo ao show. O cantor norte-americano, dono de diversos hits globais, fez questão de exaltar o Brasil, incluindo muito funk no setlist e fez da Cidade da Música uma grande pista de dança.
CeeLo Green levou soul e groove – além do funk brasileiro e samba – ao festival em uma apresentação marcante. Com sua voz inconfundível, o artista transformou a Cidade da Música em uma verdadeira discoteca, trazendo seus sucessos e conquistando o público com seu carisma, entregando um show repleto de referências ao Brasil, além de muita musicalidade e vibração.
Abrindo a programação, o Jota Quest aqueceu o Skyline com sucessos que marcaram gerações como “Hoje”, “Dias Melhores” e “Do Seu Lado”. A banda mineira embalou o público em um show cheio de energia, fazendo uma homenagem ao Tim Maia ao final do setlist.
Aos 41 anos, o designer gráfico Gustavo Silva, de São Paulo, aproveitou o The Town para viver uma experiência inédita: assistir ao show do Jota Quest pela primeira vez. Ele conta que, apesar de morar na capital, nunca havia visto a banda ao vivo e ficou impressionado com a energia contagiante da apresentação. “Achei incrível, uma energia fantástica. Eles tocaram as clássicas e a homenagem ao Tim Maia foi muito bacana”, destaca. Gustavo, que já tinha vindo na semana passada para assistir ao Green Day, voltou desta vez acompanhado da esposa, Camila, que também se animou para curtir os shows de CeeLo Green e Jason Derulo. “Nem senti que estava fazendo frio, devido a enorme animação dos shows”, falou.
The One uniu a geração atual do pop brasileiro
Dominado pela nova geração do pop nacional, com performances inéditas, exclusivas, cheias de atitude, potência e diversidade, o The One recebeu grandes shows nesta sexta-feira. Luísa Sonza brilhou como headliner do palco, em uma apresentação nova, que foi pensada especialmente para o festival. Com sua voz poderosa, figurinos impactantes e uma cenografia grandiosa, Luísa fez o público cantar e dançar sem parar, com suas músicas e covers – como “Amor e Sexo” – consolidando-se como uma das maiores representantes do pop nacional atual.
Antes, Pedro Sampaio transformou o espaço em uma verdadeira festa. Com sua energia já característica e um set recheado de sucessos, o DJ e produtor entregou um show repleto de efeitos visuais e um cenário que o deixava suspenso em uma plataforma em cima do palco em alguns momentos. Interagindo com a plateia a todo instante, Pedro trouxe coreografias como “Cavalinho” e “Poc Poc”, que fez toda o público dançar em sincronia na frente do palco.
Já Duda Beat chegou com tudo com seu repertório autoral, misturando influências do brega, pop e música eletrônica em uma apresentação cheia de identidade. O público cantou em coro seus grandes sucessos como “Chega” e “Meu Pisêro”. A cantora revelou seu sentimento de como foi se apresentar para uma plateia que acompanhou todo momento com ela. “Eu fiquei muito nervosa e ansiosa porque foi um show que eu me arrisquei muito, fazendo várias coisas novas no palco. Mas eu estou muito feliz com o resultado, estou feliz com a minha entrega. Espero que todos tenham curtido! Cantei um pouco dos grandes sucessos, das músicas novas, me arrisquei na Kate Bush e tocando guitarra, dancei... saí dali de alma lavada!”.
Abrindo as apresentações do palco, Di Ferrero trouxe um show exclusivo para o The Town – o The Hard Pop Party. O artista, muito emocionado no final da apresentação, trouxe uma mistura de estilos e preparou um que setlist contou com sucessos do NX Zero, de sua carreira solo e covers – como de Britney Spears, ‘N SYNC e até mesmo um mashup de Péricles com Paramore.
Quebrada recebeu shows potentes nesta sexta-feira
Novidade nesta edição, o Quebrada mostrou, mais uma vez, toda sua força e autenticidade. Kayblack convidou Vulgo FK e Caveirinha em uma apresentação que incendiou a plateia com hits do trap e funk, reforçando o protagonismo da nova geração da cena. Duquesa trouxe toda sua potência e representatividade em um show forte, carregado de rimas afiadas e mensagens contundentes, que ainda contou com a participação especial de Tasha & Tracie. No terceiro dia de festival, o The Town recebeu a Batalha da Aldeia – Superliga, que contou com a programação de grandes duelos como Kroy (SP) superou Gomes (DF), Naia (RN) venceu Jotape (SP), Winnit (SP) derrotou Thiago (SP) e Kant (SP) levou a melhor sobre Monarka (BA). Nas semifinais, Kroy venceu Naia, e Winnit superou Kant, garantindo a classificação de ambos para a grande final da Superliga, marcada para 14 de setembro, último dia do festival.
Factory abriu espaço para diversidade e potência da cena nacional
O Factory apresentou uma noite marcada por diversidade e força. Um dos grandes destaques do trap brasileiro, TZ da Coronel colocou toda a plateia para pular do início ao fim de sua apresentação. Antes, Alee, que também cantou com o Filipe Ret no palco Skyline no dia 6 de setembro, manteve a energia em alta com sua presença. Um dos momentos mais emocionantes foi o show dos Brô MC’s, pioneiros do rap indígena no Brasil, que levaram mensagens de resistência, identidade e ancestralidade à Cidade da Música, incluindo a bandeira do projeto do The Town e Rock in Rio, o “Amazônia Live – Hoje e Sempre”. Abrindo a programação do espaço, Kaê Guajajara, reconhecida como uma das principais vozes da Música Popular Originária (MPO). Ela trouxe suas composições que são marcadas por muita potência, força, identidade e luta.
São Paulo Square viveu noite memorável de jazz com show do Snarky Puppy
A São Paulo Square voltou a transformar a Cidade da Música em um grande clube de jazz a céu aberto. A banda Snarky Puppy, headliner da noite, encantou o público com sua sonoridade inovadora, mesclando improviso, groove e virtuosidade instrumental em uma apresentação que se tornou um dos destaques do festival. O palco também recebeu Leo Gandelman, que emocionou com seu saxofone e toda a força de sua trajetória no jazz brasileiro. Ele desceu do palco e tocou para plateia sentindo toda a vibração de todos que estavam ali. A The Square Big Band abriu o dia com seu repertório próprio e depois recebeu as lendas da bossa nova e MPB, Alaíde Costa e Claudette Soares, em um encontro histórico, que emocionou a plateia com interpretações clássicas, celebrando a tradição e a beleza dos gêneros musicais.
The Tower Experience, mais uma vez, é um dos grandes destaques do dia
Encerrando a noite, a The Tower Experience, o maior after de todos os tempos, agitou todo o público presente. O espetáculo comandado por Dubdogz uniu música eletrônica, performances visuais e tecnologia de ponta em uma apresentação vibrante, que deixou o todos impressionados com a inovação do festival.
Público engaja em ações Por Um Mundo Melhor
Dos mesmos criadores do Rock in Rio – que há quatro décadas comprova o poder da cultura como agente de transformação –, o The Town nasceu em 2023 já seguindo os passos de seu irmão mais velho na construção por um mundo melhor. Nesta segunda edição, quem passa pelos portões da Cidade da Música encontra, além de palcos grandiosos e experiências mágicas, iniciativas que dialogam com os princípios de ESG, trazendo diversidade, inclusão, sustentabilidade, combate à fome, preservação ambiental, direitos humanos, entre outros.
Uma delas é a Feira Preta, que marca presença no The Town com uma proposta que vai além da música e do entretenimento: fomentar o empreendedorismo negro e abrir espaço para talentos criativos. Ao lado do palco Factory, o instituto reuniu oito marcas autorais, que apresentam desde ilustrações e óculos até acessórios e roupas de estilos diversos, todos desenvolvidos por micro e pequenos empreendedores. Mais do que produtos, cada peça carrega narrativas culturais e estéticas que celebram a identidade negra, fortalecendo a representatividade em grandes festivais. O instituto oferece uma trajetória de formação, capacitação e conexões estratégicas para empreendedores. Dessa forma, a Feira Preta atua não apenas como vitrine, mas também como uma escola e uma ponte para novas oportunidades. No The Town, além de expor suas criações, os empreendedores têm a chance de vender seus produtos diretamente ao público

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