Foto de Saúde e Bem-estar
Foto de Dr. Carlos Fruet, oncologista da Oncoclínicas Ribeirão Preto.
O Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, é um momento de conscientização sobre os impactos do tabagismo na saúde pública global.
Data de postsagem: 02/06/2025 - 09:42
Postado por João Pedro
Apesar da queda no número de fumantes, Brasil ainda enfrenta desafios no combate ao cigarro e seus efeitos prejudiciais à saúde_
De acordo com as últimas estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), há 1,25 bilhão de adultos usuários de tabaco em todo o mundo.
Apesar dos avanços nas políticas de controle do tabagismo, o desafio ainda é recorrente. O relatório mais recente da OMS aponta que 150 países estão conseguindo reduzir o consumo de tabaco, com destaque para Brasil e Holanda. Desde 2010, o Brasil apresentou uma redução relativa de 35% no consumo, resultado das estratégias de controle como as medidas MPOWER, conjunto de seis estratégias de controle do tabaco recomendadas pela OMS para reduzir o consumo de tabaco e seus efeitos nocivos, voltadas à prevenção, apoio ao abandono do cigarro e restrições à publicidade.
“Apesar da queda nos números, o tabagismo ainda é a principal causa evitável de mortes no mundo. Ele está diretamente ligado a diversos tipos de câncer, como de pulmão, boca, laringe, esôfago, pâncreas e bexiga, além de agravar doenças cardiovasculares e respiratórias”, explica o Dr. Carlos Fruet, oncologista da Oncoclínicas Ribeirão Preto.
O especialista reforça que o cigarro afeta não apenas quem fuma, mas também quem convive com o fumante. “O tabagismo passivo também é extremamente perigoso, principalmente para crianças, gestantes e idosos. A exposição contínua à fumaça do cigarro pode causar danos irreversíveis à saúde dessas pessoas”, alerta o médico.
Mesmo com a redução contínua observada globalmente, a expectativa da OMS é que o mundo atinja, até 2025, uma redução relativa de 25% no consumo de tabaco, o que ainda está aquém das metas de saúde pública para frear os impactos dessa epidemia silenciosa.
“Além da prevenção, cessar o tabagismo é uma atitude fundamental para a qualidade de vida. Muitos pacientes que tratamos nos relatam que abandonar o cigarro foi o passo mais difícil, mas também o mais transformador em suas vidas. A luta contra o câncer começa, muitas vezes, com a decisão de parar de fumar”, reforça Fruet.

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